Quero-mana

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   Barbosa Lessa e Paixão Cortes ressaltam a existência da Quero-mana como uma das danças do antigo “fandango” gaúcho, muito popular também em outros estados como Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

 

   Coreografia: a coreografia dessa dança grave deve ser executada em fileiras opostas por prendas e peões, porém em grande parte da dança com o par dependente pelo segurar das mãos. Começa-se efetivamente a dança com o passeio de mãos dadas dos pares, tal passeio deverá seguir o ritmo da música, fazendo com que os passos ora se alarguem, se encurtem, se tornem lentos ou rápidos. O passeio ainda será intercalado por cumprimentos e pela realização da segunda figura, composta pelo “sapateado”, que nada mais é do que passos de polca realizados com batidas fortes de toda a planta pelos peões, nessa parte da dança a fila irá recuar e avançar, sempre com peões e prendas em sentidos opostos.

 

Letra extraída do Manual de Danças Gaúchas de Paixão Cortes e Barbosa Lessa:

 

Tão bela flor, quero-mana,

Quero-mana lá de fora,

Foi um gaúcho que trouxe

Na roseta das espóra, ai!

 

Minha terra, minha terra,

Ela lá e eu aqui, ai,

Por muito bem que me tratem

Não me esqueço onde eu nasci, ai!

 

Tão bela flor, quero-mana,

Tão bela flor, é verdade,

Do que é ruim ninguém se lembra

Do que é bom se tem saudade, ai!

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